SEJA BEM VINDO! CAROS OFICIAIS PM.

PREZADOS OFICIAIS DAS POLICIAS MILITARES DO BRASIL, SOMOS INTEGRANTES DE UM CLUBE ESSENCIAL À SOCIEDADE BRASILEIRA, EM NÓS ESTA DEPOSITADA A HERANÇA DAS INSTITUIÇÕES SECULARES DE SEGURANÇA, CUJO O VALOR TRADUZ NOS ESFORÇOS DE NOSSOS ANTEPASSADOS, MESMO COM O RISCO DE NOSSA PROPRIA VIDA!

quarta-feira, 25 de julho de 2012

OS EFEITOS COLATERAIS DO EMPREGO DA FORÇA( Primeira Parte)

Texto do  Sr. Coronel da reserva da PMPE  Antonio Menezes da Cruz
Ex-Secretário Chefe da Casa Militar; Ex-Comandante Geral da PMPE

O Estado tem como instrumental de força as instituições militares e policiais que, com ações preventivas e repressivas, empregam seus meios, inclusive, as armas, para manutenção e restauração da ordem pública.

Faz parte do pacto social que impõe limitações à liberdade individual absoluta, em favor da liberdade coletiva, que a todos iguala. Essa igualdade impõe o cumprimento de regras, condutas e limitações previstas no ordenamento jurídico, para que a vida coletiva se dê na ordem que dele emana.

Esse objetivo, originário da própria formação do Estado, constitui um ideal permanente de aperfeiçoamento das pessoas e instituições, alcançado de modo lento e gradual, quase sempre, com sacrifício e sofrimento de alguns, mas, na busca do bem de todos. E é nesse aspecto do processo de busca de aperfeiçoamento que entra o Estado, através de suas instituições de Segurança Pública, cuja atuação visa à prevenção e repressão às infrações penais, para que haja paz e tranqüilidade públicas.

Esse atuar contempla atividades de inteligência, investigação, polícia judiciária e, outras, de caráter ostensivo, na várias modalidades previstas nos manuais da doutrina de emprego das organizações policiais militares. Neles, em qualquer situação, ensina-se ao policial que seu ânimo deve ser, sempre, prender os infratores e entregá-los, em segurança, à autoridade de polícia judiciária, responsável pela lavratura da peça a ser encaminhada ao Judiciário para julgamento.

Fossem os manuais de doutrina de emprego os únicos orientadores da ação policial, talvez as autoridades da área pudessem encontrar soluções menos complexas que as que estão a exigir a situação prática que vive a sociedade brasileira, mormente, em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e outras.

A atuação da polícia tem sido objeto de reiteradas críticas por parte de ONGs de direitos humanos e de pessoas que sofreram algum dano pela forma de atuar dessas organizações. Uma análise imparcial sobre a atuação policial concluirá que elas sofreram muito mais influência do crime e sua evolução, que das orientações contidas nos manuais de doutrina, e/ou das que emanam das políticas públicas dos programas de governo.

Não precisa ser especialista para saber que é desaconselhável do ponto de vista ético/profissional, o emprego de submetralhadoras e fuzis, em áreas urbanas densamente povoadas. As submetralhadoras são armas, normalmente, usadas em tiro contínuo (rajadas), sem a precisão que o tiro policial exige. Os fuzis, armas empregadas em combates para destruição de inimigos, alcançam alvos a grandes distâncias, ainda, com capacidade de matar. Numa e noutra situação, tem-se uma violação do preceito doutrinário que orienta a atuação policial, no sentido de que as armas devem ser empregadas de forma seletiva, progressiva e responsável.

Como resolver a situação, então, se os delinqüentes estão usando fuzis, submetralhadoras e, até, metralhadoras pesadas em áreas urbanas, sem nenhuma preocupação com os alvos que vão atingir? Como reduzir, então, o risco das balas perdidas, se os combates de rua ocorrem a todo momento entre a polícia e os bandidos?

Poder-se-ia dizer, com certa razão, que ocorreu uma deformação na atuação das polícias em quase todo o mundo, pois, qual não tem, hoje, uma força de operações especiais, usando fuzis e submetralhadoras nas cidades?

O problema é que não foram as polícias que optaram por essa linha de atuação. Esse foi um processo de longos anos de aprendizado por parte do crime, em especial, do crime organizado que se dando conta da ausência do Estado, avançou e procurou dotar-se de condições de enfrentamento com a polícia, por perceber que não havia qualquer dificuldade para contrabandear armas e munições, por não haver fiscalização eficiente nesse sentido.

Os fuzis e submetralhadoras são usados pelos bandidos, porque eles precisam proteger suas atividades das incursões policiais e, para tal, não fazem economia de munição, e nem se preocupam se suas balas vão atingir pessoas que não estão envolvidas no conflito.

A polícia, por sua vez, teve que reagir à situação, adquirindo armamento e equipamentos que lhe dessem poder de reação, compatível com a situação que tinha que enfrentar. Não lhe restava outra alternativa, embora, isso viesse a gerar distorções de conseqüências nunca desejadas, como atingir pessoas não envolvidas nos confrontos, inclusive, crianças.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A FRAGILIDADE DE UMA DIPLOMACIA


São fatos que vem acontecendo seguidos de forma acintosa contra a soberania nacional e até mesmo contra a liderança econômica natural desse País continental. Alguns assuntos até parecem banais, mas não da para deixar de perceber a atual fase da diplomacia brasileira, para com os “Los buenos vecinos” ou os “los hermanos” do continente.

A politica de socialização generalizada, tem tido efeito contrário aos interesses legítimo brasileiro, face a não reação sistemática da diplomacia brasileira, é lamentável que Países sem força de expressão, possam forçar uma nação do tamanho do Brasil, com toda espectativa de líder no cenário geopolítico estratégico das Américas e projeção mundial, a se curvar.

Os episódios recentes do governo Boliviano em expropriar os bens nacionais da Petrobras, cujos os investimentos são ativos nacionais, e que a produção de gás interessa ao País não resta dúvidas, agora fazer disso uma bandeira para tomar o patrimônios do povo brasileiro e ficar sem uma contra resposta a altura é doloroso.

Outros episódio como o calote do Equador no BNDES, a dívida do Equador junto ao BNDES foi feita em 2000, quando a estatal equatoriana Hidropastaza S.A sócia da Odebretch fez um empréstimo junto ao banco, e que virou noticia nacional.

Recentemente os acontecidos com os Brasilguaios, Os brasiguaios ou brasilguaios são brasileiros (e seus descendentes) estabelecidos em território da República do Paraguai, em áreas fronteiriças com o Brasil, principalmente nas regiões chamadas Canindeyú e Alto Paraná, no sudeste do Paraguai. Estimados em 350 000, são, em sua maioria, agricultores de origem alemã, italiana ou eslava e falantes do idioma português. Que estao sendo expulsos de suas terras pela versão paraguaia do MST.

Outro fato preocupante é a entrada de milhares de haitianos no Norte do Brasil, é de conhecimento público, mas o que é estabelece a diplomacia para essa imigração? Podemos enumerar outro caso preocupante que vem a ser a concessão do asilo politico ao italiano terrorista, para o mundo essa visão do paraíso da impunidade é notória, basta ver nos filmes de Hollywood, onde os bandidos, terroristas, mafiosos e outros afins quase sempre menciona como rota de fuga, o velho e doce Brasil.

O que é que acontece asilo politico a um terrorista, assino italiano,  a um assaltante de trem britânico, fora inúmeras falhas de governabilidade noticiadas, gritadas, ditas, que terminam com gosto de orégano no estilo pizza. É tao ausente a sensação de punibilidade que fatos graves se transformam em sacartico humor negro com o povo brasileiro, que de tão contaminado consegue rir da sua própria desgraça. Certa vez um presidente francês ditou um presagio: O Brasil não é um pais serio! E quase 50 anos depois, um outro francês diz: que o Brasil precisa levar um chute na Bunda. Qual a verdade? Ou simples indignação de reconhecer de que há erros? Quantas vezes mais seremos tratados como incompetentes?

Se pudéssemos desenhar uma figura que representasse a nossa política Exterior, sem a menor dúvida, seria a figura de um personagem grande, gordo e mole, onde todos podem fazer o que quiser por que não vai ter reação nenhuma, apenas uma desculpa como resposta. Quantos morreram no passado para criar e conduzir o Brasil, será que os ideais pelos quais sucumbiram de nada valia? Homens e Mulheres brasileiros que perderam a vida, em troca de um País soberano e independente.

A mais nova prova cabal da fragilidade de nossa diplomacia é as recomendações de extinção das forças reserva do exercito brasileiro as policias militares. Países da ONU recomendam fim da Polícia Militar no Brasil a recomendação faz parte de relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre o Exame Periódico Universal (EPU) por vários países, colonizadores, será que tamanha preocupação é somente com os direitos humanos, ou por trás disso não estaria uma forma de subjugar e dividir um pais com as dimensões continentais, e quem sabe, mais facilmente tomar as nossas riquezas mais uma vez, desta feita sem resistência nenhuma.

Enquanto pensarmos como escravo, jamais sairemos da senzala!

sábado, 24 de março de 2012

AMADORISMO DE GESTÃO: NÃO É ADMISSIVEL NAS ATIVIDADES DAS POLICIAS MILITARES. O QUAL O PREÇO DO ACHOMÊTRO?

Logo que conclui o ensino básico de formação na então Academia de Polícia Militar do Paudalho (APMP), essa era uma referência entre as demais Academias de Polícia Militar, não só pelo tamanho físico, mas pelo conceito dos formandos quando retornavam as suas Corporações de origem.
Ouvia pelos corredores os oficiais instrutores, oficiais do corpo de alunos e os alunos mais antigos, falarem no tal do achomêtro? E a duvida permanecia não na amplitude da palavra e nem na sua formação ate por que nada mais é do que a junção de acho+ metro, o que pode ser entendido como o verbo achar mais a unidade de medição metro. Onde passamos a compreender nas suas imensas versões o significado maior de pode medir o eu acho.
Ainda hoje, essa maldita palavra ganha cada vez mais força nas ações dos incompetentes, dos parvos, dos sem noções, dos bicões e dos policiológos, de plantões.
Concluímos todos os cursos obrigatórios da carreira aqui e acolá; Lá estava a miserável palavra sendo dita, repetida e fortalecida com argumentações postulantes da única fonte da verdade.
Ninguém diz a um médico, a um juiz de direito, um Engenheiro que acha tal procedimento certo ou errado, conclusivo ou inconclusivo, a não ser outro médico, ou um Juiz de Direito, um Engenheiro, etc. Contudo, não faltam aqueles que consegue ditar normas e regras de procedimentos com base no eu acho isso? Ou acho aquilo.
É por demais danosos as vidas dos que se dedicam a desempenhar tal profissão, um erro, uma falta de equipamento obrigatório, oficiais e sargentos comandantes maus preparados intelectualmente, ausência de gestão administrativa eficiente, vem formando problemas de ordem social associados aos tantos outros.
Até quando uma instituição bicentenária aguenta o rigoroso processo de seleção natural, nas formas concebidas por Charles Darwin.
Pode-se dizer que a seleção natural realiza seu escrutínio dia a dia, hora a hora, pelo mundo, de qualquer variação, mesmo as mais sutis; rejeitando aquelas que são ruins e preservando e fazendo prosperar todas as que são boas; trabalhando silenciosa e imperceptivelmente, onde e quando surgir à oportunidade na melhora de cada ser orgânico em relação a suas condições orgânicas e inorgânicas de vida. Não vemos nada desse lento progresso, até que os ponteiros do relógio das eras tenham marcado um longo lapso de tempo e assim tão imperfeita é a nossa visão sobre o profundo passo das eras geológicas que tudo o que podemos ver é que as formas de vida são agora diferentes daquelas que existiam antes.
É justamente na área de segurança que está a maior ameaça à profissão policial militar, são inúmeras vozes, com incontáveis modelos de policiamentos, mas nunca com a participação de quem faz a profissão e não me refiro aos de gabinetes, assessorias.
São inúmeras ameaças silenciosas e latentes que ganham formas e nomes, com atitude e posição no atual cenário das sociedades brasileiras, a cada passo deixado de dar significa anos de atraso e de retrocesso na escala evolutiva das Corporações, algumas já despertaram e partiram rumo à busca da excelência, porém muitas outras deverão ser extintas por não entender a urgência da mudança.   
Quando predizem que eu acho?.......... tal coisa! E é nesse patamar que o preço é altíssimo. Não é possível conceber que tal palavra ganhe uma conotação tão forte, diante das evidências, de que algo está errado.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A IMPRENSA E O ENSINO AO CRIME

Uma das maiores burlas dos nossos tempos terá sido o prestígio da imprensa. Atrás do jornal, não vemos os escritores, compondo a sós o seu artigo. Vemos as massas que o vão ler e que, por compartilhar dessa ilusão, o repetirão como se fosse o seu próprio oráculo. Joaquim Nabuco
O poder da informação já era descrito à séculos como um fator modificador de atitudes, hábitos e costumes, nas palavras atribuídas a Joaquim Nabuco um libertário nacional, demonstra claramente a real dimensão desse poder.

Ao longos dos anos vemos que as noticias ganharam velocidade quase da luz, com o avanço tecnológico do mundo virtual, quase instantaneamente o fato aconteceu vira notícia, independente do local aonde ocorreu. No mundo virtual não há mas separadores de tempo e de distância.

Não posso descrever esse poder de forma tão negativa, seria injusto pelas incontáveis notícias produzidas e difundidas entre a população, diariamente por gerações que trouxeram melhorias, mudanças e conhecimento dos fatos aos atos.

Como profissional de segurança o que tenho observado é a transferência de conhecimento próprio ao crime, através de reportagens que ao meu ver nada contribuem para a melhoria da sociedade.

Há alguns anos atrás a imprensa noticiou e mostrou as imagens de uma modalidade criminosa que foi batizada de “arrastão carioca”, na famosa praia de Copacabana, no Estado do Rio de Janeiro, acredito que naquele momento, a imprensa visou mostrar como andava a questão de segurança pública no maior cartão postal do Brasil, as imagens foram claras, nos moldes de agir e coordenados dos bandidos, perfeito do ponto de vista educacional e reivindicativo do clamor publico.

Porém, o fato por traz do acontecido repousou na transferência de conhecimento para outros marginais em diversos locais, longe do Rio de Janeiro, onde o arrastão passou a ter sobrenome: mineiro, paulista, pernambucano, baiano, etc. O conhecimento foi transferido quase instantaneamente aos mais longes ricões desse País, pelas imagens geradas do fato. E com isso outras sociedades que não foram vitimas dessa modalidade criminosa, passaram a ser as mais novas investidas dos criminosos nos outros Estados, repetindo igual os acontecidos na Cidade Maravilhosa.

Recentemente vi num grande programa de reportagem, uma pauta sobre furto de armas dos fóruns de justiça do Estado de São Paulo, as imagens mostraram como foi realizado a empreitada criminosa, quantas foram levadas, o que fizeram para conseguir furtarem as armas de fogo das mãos da justiça e debaixo dos rigores da Leis.

Ao final da reportagem ficou o sucesso dos bandidos em reaver 387 armas de fogo, parte de processos criminais sob responsabilidade da justiça, e que simplesmente voltaram ao mundo do crime, de forma simples, sem maiores dissabores, em contrapartida aos caminhos feitos para tirarem as mesmas de circulação anteriormente, da para imaginar o preço que foi pago, em vidas das vítimas, dos danos aos patrimônios que essas armas “devolvidas“ao mundo do crime custaram.

Não me resta dúvidas que a informação repassada foi aprendida por muitos marginais, que estão já em fase de planejamento, para repetir a mesma operação em qualquer lugar desse País, embora não seja uma notícia nova isso já aconteceu uma centena de vezes e em vários lugares. Logo teremos mais iguais notícias.

É uma pequena parte de um imenso universo de fatos, o problema apenas foi exposto, o que devemos perguntar a quem interessa isso? Por que há a necessidade de informar com detalhes o ato criminoso?

“A imprensa sempre acaba por impor a verdade da notícia no lugar da notícia da verdade”. Artur da Távola

sábado, 24 de setembro de 2011

Não Existe Opinião Pública, Existe Opinião Publicada! Quais são os eventuais riscos que corremos?

Cabe aqui lembrar um grande estadista: “Não existe opinião pública, existe opinião publicada” Winston Churchill
Recentemente parei para observar como as ações contra as Polícias Militares vêm sendo constantemente sendo propagadas de forma negativa.
Tenho plena consciência de que muitas delas são literalmente fogos amigos, são ações e atos praticados por muitos integrantes nesse imenso país, que em nada ajuda a imagem das Corporações.
Esse é um assunto que merece um capitulo a parte.
Quando me refiro como as pessoas são manipuladas com informações direcionadas, com enfoques negativos sobre a real atividade de ser um policial militar.
Partindo desse principio temos então um fértil terreno para que muito que detém o poder de formar opinião, manipula a grande massa formadora de nossas sociedades.
Quase sempre vemos um monte de outros profissionais sendo alvo de desvios de conduta, cometendo crimes e que não tem o tamanho do preconceito contra os integrantes das Polícias Militares, qualquer que seja o veiculo de comunicação de massas, o termo pejorativo quase sempre acompanha algum integrante ou um ex-integrante, ou vem na forma de Ex-PM ou realça a condição de Policial Militar.
Essa forma de expor as Corporações vem num viés de aversão, de negativa ou mesmo de ideologia política.
Deliberadamente é o maior sentimento de querer denegrir o trabalho de muitos homens e mulheres, que arriscam suas vidas, diariamente nesse imenso território.
As instituições existem a século, vem como outros estabelecimentos quaisquer num processo lento e demorado de refinamento profissional, dentro do próprio contexto social onde estão instaladas.
As gerações passadas viveram o seus momentos numa realidade onde era talvez privilegiada, pelo poder ou simplesmente eram mantidas de conveniência do próprio poder.
Hoje o contexto social democrático é bem diferente, os valores de organização e seriedade não mais sejam valores a se perpetuar na sociedade moderna, onde fica clara a famosa Lei de Gerson, criada de um comercial mal editado e muito bem compreendido pela sociedade.
Entendo que a manutenção das instituições com valores sólidos são um emblemático problema para os interesses diversos do poder.
Qual a melhor maneira de suprimir tal demanda? É fazer o seu descredenciamento ou sua credibilidade junto a quem tem uma vai passar a ter uma formação de opinião, junto ao conveniente poder.
Os atuais representantes políticos vivem num diapasão entre os valores pessoais e os valores financeiros, não vejo ideologia própria, e sim aquele que pode pagar mais, estamos a nossa própria sorte o nossos destinos.
Sofremos com uma falta completa de investimentos de diversas ordens, e automaticamente vem à culpa de sermos militarizados a causa de seremos ineficazes.
Outras corporações com igual filosofia institucional são muitos eficazes e eficientes, justamente por terem altos investimentos disponíveis para a sua manutenção.
Alguns programas de televisão tem a melhor reputação de tratar a realidade, dentro das nossas maiores dificuldades do dia a dia, é por demais importante, que a sociedade, nos conheça, que nos entenda, e que principalmente, nos aceitem, mesmo com os baixos investimentos governamentais.
Ninguém gosta de pagar por algo que não fez e muito menos de ser desacreditado diante do imenso sacrifício de ser profissional da segurança pública.
É notório que há muito a ser feito, e muito a ser mudado internamente, contudo, é não é possível lutar, se não nos der a chance, de nos defender de alguma forma igualitária e justa.
Segundo Eduardo Fonseca(2011) a mesma sociedade que quer uma força policial implacável, dura, enérgica com o marginal, ela mesma, quando vê uma guarnição, um policial usando da energia, da força necessária, da violência legítima, pois bem, a sociedade, ou alguns formadores de opinião condenam rápida e sumariamente, muitas das vezes sem chance de defesa, jogando o nome da Corporação e o pior, do policial militar, na vala comum dos desgraçados.
Não compactuamos com desvios de conduta, mas bem que os oportunistas, demagogos e os hipócritas poderiam vir "passaer" numa guarnição de policia Militar por 24 horas de serviço, e ter a oportunidade de ver nos olhos a frieza do bandido, ouvir o titubear da balas dos que atiram sem dó, sentir o pavor do escuro e ou cheiro da morte, rodando por perto.


“Uma Mentira contada mil vezes, torna-se uma verdade”. Joseph Goebbels. foi o ministro da Propaganda de Adolf Hitler na Alemanha Nazista.