SEJA BEM VINDO! CAROS OFICIAIS PM.

PREZADOS OFICIAIS DAS POLICIAS MILITARES DO BRASIL, SOMOS INTEGRANTES DE UM CLUBE ESSENCIAL À SOCIEDADE BRASILEIRA, EM NÓS ESTA DEPOSITADA A HERANÇA DAS INSTITUIÇÕES SECULARES DE SEGURANÇA, CUJO O VALOR TRADUZ NOS ESFORÇOS DE NOSSOS ANTEPASSADOS, MESMO COM O RISCO DE NOSSA PROPRIA VIDA!

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

UM LIDER, UM CHEFE, UM COMANDANTE, A FONTE DE INSPIRAÇÃO PARA SEUS SUBORDINADOS

Talvez a maior prova de confiança da tropa, está no conceito de quem é o seu Comandante, esse conceito não se compra, não se vende, não se transfere, apenas adquire com respeito, honra e muito trabalho.

Conduzir homens e mulheres é uma das maiores missões que uma pessoa pode ter e essa mesma missão tem valor diferenciado na vida de caserna.

Ontem ainda, respeitar os mais velhos, nas suas origens familiares e nas formas de tratamento tradicionais sociais, subordinação na representatividade social, pais, avós, tios, tudo muito acima nos níveis de subordinação.

Chega o dia, chega a nova fase da vida, dilacera-se o cordão umbilical, uma nova realidade, em uma nova sociedade, uma nova família, a família militar.

Na vida dos neófitos oficiais, ainda na escola de formação já se apresenta num conflito antes desconhecido, a subordinação, a hierarquia, a disciplina, de todos aqueles que lhe são muito mais velhos não só em idades, mas também em tempo de serviço dentro da Corporação.

Inverte o sentido do respeito militar, mas não o respeito a pessoa humana, não ao profissional, mais sem duvida é uma loucura de entender que não soa como ofensa, o agora mais velho subordinado o tratar de senhor o mais novo: O senhor Aluno!

Sonhos irão juntar-se a formação do neófito oficial, até a sua chegada no corpo de tropa, infelizmente muito irão se perder ao longo da carreira, quando mistura falta de educação domestica como respeito ao próximo, quando não conseguem diferenciar o orgulho de tratar bem, ou ainda quando não consegue ver quer errou e pedir desculpa.

Aos vencedores que ultrapassarem as barreiras iniciais da carreira, de ser capaz de  fazer ser ouvido, fazer ser entendido, fazer ser respeitado, e acima de tudo ser admirado, por todos aqueles que lhe devem obediência, na vida profissional.

Aos grandes homens que passaram a ser motivo de referencia, na vida militar, de ser medido e comparado, de ser referenciado não só nomomento presente , mais também de ser mencionado sempre como essenciais no seio de sua tropa.

Napoleão Bonaparte tinha como percepção que "Nenhuma pessoa pode liderar outra sem mostrar-lhe o futuro. O líder é um mercador de esperanças", enquanto Montgomery confiava que “Se o enfoque dos fatores humanos é feito de forma inexpressiva e insensata, nada será conseguido”.

Sun Tzu assinalou claramente a relação entre o papel do líder político (soberano) e o do comandante militar (general). Elucidou, também, que, como influência moral, quis dizer liderança política do país, aquela que faz com que a população esteja de acordo com seus líderes políticos. O povo, sob essa influência, é guiado no caminho certo no que se refere à moralidade, especificamente a do líder político.

O importante é a confiança. De acordo com Confúcio, "a pessoas não irão obedecer aos líderes que não confiam, ainda que sejam coagidos, ao passo que seguirão líderes nos quais confiam".

A maior conquista que um líder pode obter é ganhar o respeito e a confiança do seu grupo e fazer com que todos cheguem ao lugar a que deveriam chegar (caminho certo) agindo por iniciativa própria.

Liderar pessoas é o oposto de tentar controlá-las. Os liderados deverão passar a pensar por si próprios quando o líder parar de pensar por eles.

O homem certo no lugar certo, na hora certa, esse é o perfil do qual a tropa, anseia e busca, quem os conduza e diga o que fazer; como fazer; com a certeza de está certo e seguro de suas atitudes, com isso aqueles que lhe deve obediência, sabe que a sua segurança esta garantida, sua vida esta guardada e preservada.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

A Espada: Uma Legião, Uma Irmandade!


Bravos Cavaleiros! Honrai-vos vós sois descentes de uma Legião importante, cuja tradição perpetua na guarda dos tesouros e da vida.
O símbolo de Nossa irmandade é a posse do desejo metálico: A espada.
Objeto que se impõe que pelo brilho, quer pelo significado do poder nela incorporado, por varias gerações de guerreiros. Atualmente ela é principalmente um elemento simbólico. Em celebrações militares, representa a justiça e autoridade do oficial nas Forças Armadas.
É a Continuação do braço forte, da força e da vontade, da honra, quando exposta impõe respeito, embainhada não deixa duvida de quem é e de quem a possui e possuir-la não deve ser para qualquer um, ter-la por ter-la nada significa, nada representa.
Honrá-la implica em uma conquista merecedora dos muitos sacrifícios, sangue dos heróis que deram as suas vidas fizeram correr pelo seu fio, em importantes momentos foram decididos pela sua exposição da vontade e do poder.
Não deixei bravos herdeiros, a quebra do mito da espada, todos a querem somente os escolhidos a terão.
“Um oficial deve ser verdadeiramente, um cavaleiro destemido e seguro de todos os lados, para sua alma, é protegida pela armadura da fé, assim como seu corpo está protegido pela armadura de aço. Ele “é, portanto, duplamente armado e sem ter a necessidade de medos de demônios e nem de homens.”

No mundo, valores são modificados, alterados, criados, mas nada influência o princípio da existência do objeto-desejo pelo brilho da sua espada.
Seu detentor detém o símbolo da honra e síntese dos meios da missão honrosa da defesa, da nação delegada aos oficiais modernos, da mesma forma aos cavaleiros antigos.
A espada jamais será desembainhada pelo oficial, que não seja em benefício da sua pátria.
Ser oficial necessita ter a perfeita consciência de que nele convivem dois entes sociais cujas atitudes e condutas devem ser coerentes, harmônica e extremamente motivadoras: O militar e o cidadão.
Como um personagem de teatro, que dispõe de duas faces para um único ser: moldados por uma única personalidade.
Não importa como são feitas as avaliações do tema sob o prisma dos serviços, ou seja, como a sociedade civil projeta o militar e o que dele espera a sua conduta pessoal.
Se transparecermos como grupo conservador voltados por dedicação exclusivamente para as lides castrenses, para essa imagem voltam-se os anseios de segurança pela qual a mesma sociedade busca e quer.
O conservadorismo e as austeridades produzem uma percepção de sólida competência e de confiança, que tem ai o dueto que a sociedade civil necessita de nos ver assim e ela nos quer assim.
Contudo devemos meditar profundamente a respeito, buscando a eficiência e eficácia profissional, não só como nos conduzimos e nos apresentamos dentro e fora dos quartéis segundo o enfoque da grande clientela da nossa profissão que é a sociedade civil, sem perdermos, contudo a identidade pessoal a espontaneidade e a permeabilidade social.

O Código dos Cavaleiros como:
1 - Buscar a perfeição humana
2 - Retidão nas ações
3 - Respeito aos semelhantes
4 - Amor pelos familiares
5 - Piedade com os enfermos
6 - Doçura com as crianças e mulheres
7 - Ser justo e valente na guerra e leal na paz;

Lembrai-vos, nobres Cavaleiros: Vós sois Guardiões da honra e da força!











segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A EVOLUÇÃO DOS CONCEITOS NO CONTEXTO TEMPO!

CORONÉ vrs CORONEL




Antevejo a diferença entre estes personagens, ambos "artoridade" e autoridade, no contexto social, em momentos peculiares próprios homens se descobrem ou se mostram com suas características.


Na sociedade antiga do mando social político localizado no senhorzinho "coroné" era quem ditava as regras sociais, convencionais, políticas e todos se submetiam a imposição ditatorial do grande da área.


Quantos nessas sociedades perderam suas vontades e tiveram vontades impostas a bem do interesse particular do coroné, de norte a sul do País.


De conhecimento e domínio meramente popular o todo poderoso "coroné" se destacava em razão do poder econômico e conjunturas políticas dominantes da época, cujo senhor feudal, literalmente detinha o seu curral e espaço onde reinava e sob hipótese nenhuma seria contrariado e muito menos combatido.


O seu senso de julgamento e de justiça era o apadrinhamento, cuja pena era perpetua para todos previamente já condenados a uma vida indigna.


A capacidade intelectual de ninguém podia e nem devia ser desenvolvida a não serem os verdadeiros herdeiros do "coroné", cuja dinastia deveria se perpetuar nos laços sanguíneos.


Certo ou errado foi o momento social de uma época do País, contudo os vícios se transpuseram as gerações subseqüentes, dessa mesma sociedade vitimada e cúmplice.


Apenas o medo dominou e se fez mostrar a quem vivia sob o manto da enganação da normalidade, a combinação poderosa de poder e armas, quer no nordeste brasileiro, quer no sudeste, quer no sul, quer no centro oeste e alem das fronteiras do norte.


Nessa salada advêm uma nova mistura que promete ser explosiva; Conhecimento, Poder e Armas.


A modernidade chegou: A tecnologia ai está pulsante e integrada no novo contexto social. A vida evolui no ritmo frenético das velocidades dos: bits, megabits, gigabits, terabits, petabits, exabits, pettabits, e yotttabits .


Hoje o coronel deve por direito e por dever ter este ritmo, capacitar e desenvolver a visão estratégica de um estadista, numa clara transposição regional para o domínio global.


A violência move-se em ritmo muito próximo das variações tecnológicas, modelos e exemplos são importados e exportados nas malhas da rede mundial de comunicação intimamente chamada de Internet, ninguém pode argüir de que não conhece ou de que nunca ouviu dizer.


Tudo influencia e regem o movimento social, cria costumes e hábitos muitas das vezes nocivos a própria sociedade, e aos seus membros.


A nova conjuntura obriga a visão não nas conseqüências e sim nas causas que antecede o problema, com reflexos definidos e direcionados para o campo da segurança.


Meio ambiente, educação, trabalho, saúde, habitação, política social governamental, economia, entre tantos outras variaveis tem projeção geométrica na violência. A existência dessas variaveis implica diretamente nos fins da causa, sem contudo determinar os seus efeitos finais.


É uma questão de tempo para uma legião de semi-analfabetos vagarem sem rumos nas ruas, sem saberem se comunicar e expressar, não em razão do não saber escrever e ler mais em razão do não saber lidar com a tecnologia, serão os analfaciberneticos.


As situações sociais já são tratadas simplesmente através de imagem holográficas e de toque de "Enter".


A vida se foi, a vida mudou num piscar de uma unidade de tempo, cuja medição será a velocidade do provedor e nas estradas dos cabos de fibra óptica.


Esse novo personagem doravante chamado de Coronel deve evoluir e engrandecer, sob pena de ser justamente ele ser condenado como coroné


A sociedade espera nos profissionais de segurança publica ações proativa e nao simplesmente reativas em relação ao crime.


O desenvolvimento da intelectualidade deve ser estimulado nessa geração, para apresentar seus fruto a médio e longo prazo, a duvida maior é: Será que ainda resta prazo?